Bem Vindos !

Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

quarta-feira, 19 de julho de 2017

CAUSAS QUE POTENCIAM O ALZHEIMER



Ciência aponta 27 eventos da vida que podem ajudar a provocar Alzheimer
1707189. POR VÂNIA MARINHO

Um grupo de cientistas identificou 27 eventos da vida que são tão stressantes que podem danificar o cérebro, fazendo com que este possa envelhecer prematuramente.

Um evento stressante, como perder um ente querido, passar por um processo de divórcio ou ser despedido pode envelhecer o cérebro em pelo menos quatro anos, segundo revela um estudo apresentado esta semana na Alzheimer’s Association International Conference, em Londres. De acordo com uma equipa de investigadores da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin, há 27 eventos stressantes que podem provocar danos permanente no cérebro e que potencialmente podem estar ligados ao desenvolvimento de Alzheimer e de outras doenças ligadas ao envelhecimento precoce do cérebro. São eles:

Na infância e/ou na adolescência: repetir o ano na escola; ser mandado para longe de casa; pais que não encontram trabalho; pais alcoólicos; pais toxicodependentes; desistir da escola-, ser expulso ou suspenso da escola.

Em qualquer momento da vida: desistir da universidade; ser despedido; desemprego de longo prazo; morte de um dos pais; divórcio dos pais; ter um parceiro infiel; problemas com os sogros; morte de um irmão; morte de um filho; o filho ter um acidente grave; perder a casa em situação de incêndio ou inundação; ser atacado fisicamente; agressão sexual; dificuldades sérias com a lei; sentença de prisão; declarar bancarrota; perda financeira ou de propriedade; ter apoios sociais; juntar-se ao exército; ter experiências em combate.

Para este estudo, como reporta o Daily Mail, os investigadores analisaram informação de 1320 pessoas com uma idade média de 58 anos, que providenciaram informação sobre os eventos stressantes que viveram e realizaram testes de cognição e memória.

terça-feira, 18 de julho de 2017

PROTECÇÃO CONTRA O ALZHEIMER

Estudo revela a tríade que nos pode proteger contra Alzheimer
170626. POR VÂNIA MARINHO, LIFESTYLE SAÚDE

Se quer tomar já medidas para manter o seu cérebro saudável durante o envelhecimento, este artigo é para si.

Apesar de não haver formas comprovadas de prevenir o declínio mental ou a doença de Alzheimer, um novo estudo diz que há uma tríade que pode ser uma boa arma de defesa: exercício físico, tensão arterial controlada e exercícios mentais.

O relatório das National Academies of Sciences, Engineering and Medicine (organização norte-americana) destaca que apesar de não existirem provas concretas da sua eficácia, os indícios são ‘encorajadores’ e os especialistas esperam que estas mudanças no estilo de vida possam levar a um método mais definitivo de evitar os problemas cerebrais associados ao envelhecimento.

Como reporta o Daily Mail, apesar de os benefícios destas práticas para a prevenção da doença de Alzheimer serem inconclusivos, os especialistas destacam que “não fazem mal” e são benéficas para a saúde geral – não custa tentar, não é verdade?

Apesar de não haver formas comprovadas de prevenir o declínio mental ou a doença de Alzheimer, um novo estudo diz que há uma tríade que pode ser uma boa arma de defesa: exercício físico, tensão arterial controlada e exercícios mentais.

O relatório das National Academies of Sciences, Engineering and Medicine (organização norte-americana) destaca que apesar de não existirem provas concretas da sua eficácia, os indícios são ‘encorajadores’ e os especialistas esperam que estas mudanças no estilo de vida possam levar a um método mais definitivo de evitar os problemas cerebrais associados ao envelhecimento.

Como reporta o Daily Mail, apesar de os benefícios destas práticas para a prevenção da doença de Alzheimer serem inconclusivos, os especialistas destacam que “não fazem mal” e são benéficas para a saúde geral – não custa tentar, não é verdade?

DETECÇÃO PRECOCE DO CANCRO

Novo dispositivo deteta precocemente metástases em doentes com cancro

Dispositivo está a ser desenvolvido por investigadoras de Braga e do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto 

Um dispositivo descartável que permite detetar precocemente metástases em doentes com cancro está a ser desenvolvido por investigadoras de Braga com o apoio do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto.

Este dispositivo possibilita o isolamento e a análise automática das células tumorais circundantes, que têm a capacidade de se soltarem do tumor inicial, entrar na circulação sanguínea (por exemplo) e, posteriormente, fixarem-se noutro local, disseram à Lusa as investigadoras Lorena Diéguez e Silvina Samy, do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), de Braga.

A doença metastática "é diretamente responsável pela maior parte da mortalidade relacionada com cancro em todo o mundo", indicaram as especialistas, acrescentando que o estudo das células tumorais circundantes permite aos médicos a monitorização contínua e em tempo real da sua progressão.

De acordo com as investigadoras, o dispositivo desenvolvido no projeto RUBYnanomed pode levar a um prognóstico mais preciso e a um tratamento personalizado, contribuindo para um melhor equilíbrio entre o custo, a eficiência e a sustentabilidade do sistema de saúde.

Existem outras duas soluções semelhantes a esta no contexto da prática clínica, uma que analisa as células tumorais circundantes (CellSearch CTC Test) e outra para análise de ADN tumoral libertado pelas células (COBAS).

Para as especialistas, a solução proposta pelo RUBYnanomed possibilita uma deteção mais rápida, com maior sensibilidade e especificidade, do mesmo tipo de células e de outros tipos celulares, associados a formas mais agressivas de cancro.

Até ao momento já foi realizado um estudo pré-clínico com doentes com cancro colorretal metastático, estando a decorrer um segundo, com pacientes diagnosticados com cancro de bexiga metastático.

Da equipa do RUBYnanomed fazem ainda parte mais quatro profissionais, com experiência e conhecimento em diferentes áreas. Este projeto é apoiado pelo RESOLVE, um programa do i3S que auxilia a transferência de conhecimento científico e tecnológico de iniciativas inovadoras, em estágio inicial, com potencial de se traduzir em soluções para o benefício do doente e dos profissionais de saúde.

TENHA CUIDADO COM O INTESTINO

O intestino pode ser uma das chaves para o envelhecimento saudável
170717. POR VÂNIA MARINHO,LIFESTYLE ESTUDO

Estudo realizado com centenários revela que o intestino pode ter um impacto na saúde e na longevidade. O Lifestyle ao Minuto falou com um dos autores, que é português.

Estudo verificou que os centenários (entre os 100 e os 104 anos e isentos de doenças e da toma de fármacos) tinham a barreira intestinal menos comprometida do que as pessoas com menos de 40 anos e que tinham sofrido um enfarte do miocárdio.

No estudo, que envolveu cientistas de Espanha, Itália, Suécia e Portugal, estudou-se a possível associação entre dois marcadores de permeabilidade intestinal - a endotoxemia e a zonulina - e o envelhecimento saudável.

A permeabilidade intestinal, como o Dr. Pedro Carrera Bastos, investigador português envolvido neste estudo, explicou ao Lifestyle ao Minuto, “ocorre quando a barreira intestinal está frágil e há a probabilidade de ocorrer a passagem de determinadas substâncias para o sangue”.

Isto pode ser especialmente prejudicial, pois “algumas dessas substâncias podem ativar o sistema imunitário e a partir daí desencadear uma resposta inflamatória. A inflamação, quando se converte em crónica, pode levar a muitas alterações, nomeadamente à diabetes, à doença cardiovascular, hipertensão, perda de massa muscular e óssea. Hoje sabe-se que a inflamação está na base de muitas doenças." 

O especialista destaca que o facto de terem verificado que os centenários tinham uma menor permeabilidade intestinal “vem mostrar a importância de manter uma barreira intestinal íntegra ao longo do tempo”.

 “Sabe-se que uma dieta inadequada, o consumo excessivo de álcool, a desidratação, o uso abusivo de anti-inflamatórios, entre outros fatores, comprometem essa barreira intestinal”, refere Pedro Bastos, investigador português, atualmente em doutoramento na Universidade de Lund, Suécia.

 Este estudo verificou que os centenários analisados tinham níveis mais baixos de zonulina em comparação com os jovens que tiveram um enfarte do miocário. A zonulina é uma das principais proteínas envolvidas na manutenção da integridade da barreira intestinal, pelo que níveis elevados desta proteína no sangue constituem um marcador de permeabilidade intestinal. “O que sugere que manter uma barreira intestinal íntegra pode ser um dos segredos da longevidade”, diz Pedro Bastos.

Um segundo marcador analisado neste estudo foi a endotoxemia – que resulta da absorção para a circulação de um composto (endotoxina) existente em bactérias que habitam, por exemplo, o intestino – cujo principal fator de risco é a permeabilidade intestinal aumentada e o principal efeito é o aumento da probabilidade de inflamação crónica.

Nesta investigação, os níveis séricos de endotoxina eram menores em centenários do que em jovens que já tinham experienciado um enfarte e inclusive em jovens saudáveis sem doenças aparentes.

“É importante distinguir envelhecimento de envelhecimento saudável e este estudo traz pistas sobre qual será o possível caminho de longevidade com saúde. Esta investigação carece, porém, de confirmação por outros estudos”, refere o investigador Pedro Bastos.

No entanto, destaca que as conclusões deste estudo abrem portas para que se faça um estudo mais exaustivo sobre a ligação entre a barreira intestinal saudável e a super longevidade com saúde.

Para este estudo, publicado na revista científica Aging & Disease, foram analisadas amostras retiradas de 79 centenários (entre os 100 e os 104 anos) – 39 homens e 40 mulheres – que não tinham nenhuma doença aparente para além de uma pequena perda de visão e audição, típica da idade. As primeiras foram comparadas com 178 pessoas com menos de 40 anos que tinham tido um enfarte – em que 70% fumava, 35% tinha hipertensão, 21% era obeso - e com 178 pessoas com menos de 40 anos que eram saudáveis – 25% eram fumadores moderados.

terça-feira, 4 de julho de 2017

EVITAR COMER CACHORROS-QUENTES FORA DE CASA

8 razões para nunca comer cachorros-quentes fora de casa



Quando lhe dá a fome depois de sair da discoteca de madrugada, durante um festival de verão ou nas festas da terrinha, as roulottes de compra e venda de comida rápida são, provavelmente, uma das suas opções para aconchegar o estômago. Comer um cachorro-quente, bifana ou hambúrguer nunca é uma escolha saudável mas, segundo o site Delish – vocacionado para questões alimentares -, o cachorro-quente é mesmo a pior das três opções.

Veja, a seguir, oito razões para não voltar a comer cachorros-quentes fora de casa.

1. Falta de higiene de muitas das 'roulottes' onde se vende este tipo de comida. Antes de comprar alguma refeição nestes locais avalie o seu aspeto e peça sempre para fazerem a comida à sua frente. Nos EUA, é muito frequente comer-se cachorros quentes em 'roulottes' que se encontram espalhadas pelas grandes cidades. No ano passado, a revista 'Time' pediu ao Departamento de Agricultura dos EUA registos dos objetos mais estranhos que os consumidores costumam encontrar nos seus cachorros-quentes. Entre eles estavam cabelos, pedaços de vidro ou metal e ossos.

2. Têm uma enorme quantidade de sal.

3. Uma dieta rica em alimentos processados como este contribui para aumentar o risco de vir a sofrer de doenças cardiovasculares e cancro.

4. A maioria das salsichas utilizadas nos cachorros-quentes são baratas e, por isso, de baixa qualidade, o que faz delas menos saudáveis.

5. Afeta a libido. A mistura das salsichas com o pão e os molhos faz com que os cachorros-quentes sejam um alimento que prejudica também o seu desempenho sexual. Neste campo, este tipo de alimentação contribui para entupir as artérias vaginais e torna o ato sexual desagradável.

6. Contêm nitrato de sódio. Este conservante está presente em carnes processadas, como é o caso das salsichas, e é bastante associado ao aumento de cancro no pâncreas.

7. Comer um cachorro-quente por dia aumenta em 20% o risco de desenvolver cancro do colo-rectal. A conclusão é do American Institute of Cancer Research que em 2015 alertou para o facto de se tratarem de alimentos menos recomendáveis.

8. Aumentam o risco de asfixia nas crianças. Nos EUA, 17% da população com menos de 10 anos engasgam-se com comida e é frequente acontecer quando comem salsichas.