Bem Vindos !

Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Bagas de Goji - Alerta


Na sequência do post Bagas de Goji – O que é o Goji e quais os seus benefícios é nosso imperativo alertar os nossos leitores para a seguinte notícia Observatório aconselha "cautela no consumo" de bagas de goji do Jornal de Notícias de hoje.

Segundo ela, o Observatório de Interações Planta-Medicamento aconselhou, esta segunda-feira, os portugueses que fazem medicação a terem "cautela no consumo" de bagas de goji, conhecidas como "bagas antienvelhecimento", que têm sido vendidas em "larga escala" em Portugal.

No alerta que faz à população no âmbito da campanha "Aprender Saúde entre as Plantas e os Medicamentos", o observatório refere que este produto "não tem estudos devidamente estruturados que comprovem a suposta forte atividade antioxidante em humanos".

Quanto à segurança do consumo destas bagas, apenas foi feita a advertência de que não devem ser consumidas em quantidade superior a 45 gramas por dia, observa.

Leia a notícia integral aqui.

Imagem de arquivo

quinta-feira, 23 de maio de 2013

O caldo verde - importante para a saúde!

 


*Muita gente sabe que o caldo verde é uma sopa de couve
portuguesa,  tipicamente do norte de Portugal Continental, mas muito
divulgada por todo o país.

Couve é o  nome genérico que se usa para  descrever uma grande
família  de hortaliça caracterizada  por folhas largas, esverdeadas e muito
ricas em nervuras, fibra e vitaminas. Existe uma variedade de
couves: couve galega, couve lombarda, couve crespa, couve penca, couve
tronchuda, couve bastarda, couve repolho, couve bróculo roxo, couve bróculo
branco e até couve flor! Mas a couve preferida para se fazer o caldo
verde, como deve ser, é a couve chamada galega, muito cultivada na
Província do Minho em Portugal.

O caldo verde é muito simples: água, sal,  batata ralada, couves cortadas  às tiras fininhas, azeite português  e
mais nada!


No entanto há muitas donas de casa que não sabem cozinhar  o caldo verde
como deve ser. Não fazem caldo verde para os seus familiares  por que dá
muita maçada a cortar as couves às tiras muito fininhas... Mas talvez a
razão principal seja por  as cozinheiras portuguesas pensarem
que o caldo verde por ter tantas couves não  tem  nenhum valor nutritivo,
não presta para nada! Como estais enganadas,  minhas senhoras!

Se vos disser que de todos os cozinhados tipicamente portugueses o caldo
verde é o melhor para a  nossa saúde?! Que pensais se vos disser,   como
médico,  que o caldo verde evita o cancro?! E se vos disser  que o caldo
verde evita os ataques do coração por reduzir no sangue o colesterol,
pensais que é fantasia!?  E se vos disser mais: que o caldo verde evita as
pedras na vesícula  e evita as hemorroidas?!

É caso para perguntardes: se isso é verdade, porque é que levou tanto tempo
a descobrir que o caldo verde é tão milagroso?!

DOUTOR BURKITT

Na década de setenta o famoso médico inglês Burkitt chefiou um grupo de
médicos da Grã Bretanha que foram para a África  Central estudar as
diferenças entre as doenças que existem na selva e na zona metropolitana de
Londres.

Depois de estudos muito apurados o Dr. Burkitt veio a descobrir  que existe
no continente africano um tipo de cancro  diferente  que é causado por um
vírus. Esta descoberta foi sensacional porque  provou-se, pela primeira vez,
que certos tipos de cancro podem ser causados por vírus.  Em honra desta
descoberta  o mundo médico mundial  passou a chamar a este tipo de
cancro:  Linfoma não-Hodgkin de Burkitt.

Revelo esta informação médica  a respeito do Dr. Burkitt para os leitores
melhor  apreciarem o calibre das observações que a equipa do Dr. Burkitt
veio a registar no que diz respeito às diferenças  que existem  entre a
dieta dos nativos africanos e a dieta do povo londrino.

Primeiro, os médicos ingleses verificaram  que os nativos nunca tinham
prisão de ventre, não contraiam cancro do recto, não tinham ataques do
coração, não sofriam de hemorroidas, nem apendicite aguda!

Surpreendidos com estes factos os médicos britânicos constataram  que os
nativos africanos defecavam ou obravam, durante 24 horas, um volume, QUATRO
VEZES  maior do que qualquer cidadão inglês!

Admirados com este achado, os mesmos médicos prosseguindo com as suas
pesquisas concluíram que a diferença dramática de saúde entre o povo inglês
e os nativos em África se devia ao facto dos africanos comerem NOVENTA POR
CENTO de ALIMENTOS RICOS em FIBRAS VEGETAIS, que não chegam a ser
absorvidos no intestino e  saem nas fezes praticamente intactos, aumentando
assim o volume fecal, evitando  portanto a prisão de ventre!

Nos últimos anos, mais de mil especialistas em todo o mundo  têm publicado
artigos em jornais e revistas médicas sobre as observações da equipa
médica do Dr. Burkitt, CONFIRMANDO que os alimentos melhores para a nossa
saúde são aqueles que têm  mais fibras vegetais não-reabsorvíveis e
que  nos obrigam a visitar mais vezes a retrete....  Eu tive oportunidade de
ouvir uma conferência sobre este assunto pelo Dr. Burkitt,  há vários
anos, no Hospital de Roger Williams, em Providence, Rhode Island,  na
qual o famoso médico usou esta frase bombástica:"É MAIS IMPORTANTE SABERMOS
O VOLUME DA MERDA DIÁRIA DUMA PESSOA DO QUE O VALOR DO SEU AÇÚCAR OU DO SEU
COLESTEROL!"


BENEFÍCIOS DO CALDO VERDE

Para apreciarmos as maravilhosas qualidades do caldo verde temos que
primeiro  analisar o nosso aparelho  digestivo. Qual é o comprimento  do
nosso tubo digestivo?  Qual é a distância que vai da boca até ao ânus?
Resposta: O comprimento do nosso tubo digestivo é quase SETE vezes a altura
de cada pessoa!
Deste modo se um homem tem de altura um metro e meio, o seu
tubo digestivo possui DEZ METROS de comprimento!  É igual à mangueira de
regar o quintal!...                                       

Agora, compreendemos melhor porque é que a Natureza  exige que a nossa
alimentação contenha 90 por cento  de alimentos com fibras vegetais que não
sejam reabsorvidas.
É  preciso que a nossa alimentação contenha substâncias
que não desapareçam, que não sejam reabsorvidas, no percurso do
tubo digestivo, porque de contrário não chegará nada ao fim do canal que
tem em média mais de dez metros de comprimento...

Analisemos agora o conteúdo do caldo verde:

*COUVES - As couves são a parte mais importante do caldo verde porque são
muito ricas em fibras não-reabsorvíveis. Além disso, as couves são muito
ricas em vitamina A e complexos B (tiamina, riboflavina e niacina).
Possuem também cálcio, ferro, fósforo, potássio, mas têm poucas calorias.


AZEITE -- O azeite deve ser português porque é muito rico em ácidos
não-saturados que fazem baixar o colesterol mau.

BATATA --  serve para amaciar, tornar mais homogéneo o sabor do caldo
verde e o seu valor calórico não está fora de ordem.

ÁGUA QUENTE -- A água quente do caldo verde é muito importante, porque  faz
funcionar muito melhor os sucos digestivos e os fermentos ou enzimas do
aparelho digestivo. A água quente faz descontrair os esfíncteres ou
válvulas do aparelho digestivo, estimula a contracção normal da  vesícula
biliar e relaxa o estômago e os intestinos delgado e grosso, tornando a
nossa digestão agradável e saudável. 

SAL-- Não deve ser exagerado. Só o preciso!

CHOURIÇO --  O chouriço - para ser cortado às rodelas e pôr no caldo verde
-- deve ser cozido à parte para se  deitar fora a água  porque esta
contem os produtos cancerígenos do chouriço devido ao processo de ter
sido defumado.

BROA -- A broa deve ser à moda portuguesa, feita com o
farelo e farinha de milho como se coze na nossa terra.

*Quem comer uma malga de caldo verde todos os dias não tem prisão de ventre!
Quem não tem prisão de ventre não tem hemorróidas! Por outro lado, uma
pessoa fazendo as suas necessidades diariamente, o fígado é obrigado a
produzir mais bílis e a vesícula a expelir mais sais biliares para untar a
tripa por dentro para que os alimentos deslizem melhor. Deste modo, saindo
mais bílis (rica em colesterol)  para o exterior  através  das fezes, dá-se
uma baixa de colesterol no sangue, diminuindo os riscos de ataques cardíacos
e de pedras da vesícula (compostas por colesterol)! O caldo verde, faz
também com que a pessoa emagreça e se torne mais saudável e mais feliz.*

CANCRO DO CÓLON

Tem-se verificado uma relação directa entre a prisão de ventre e o cancro
do cólon ou do intestino grosso. Porquê?  Porque quando há prisão de ventre
as fezes ficam paradas no intestino grosso, ou cólon e assim  os produtos
tóxicos  contidos nas FEZES RETIDAS bombardeiam as células da mucosa
intestinal de tal maneira que com a REPETIÇÃO  deste
processo  desencadeia-se o princípio do cancro do cólon ou do intestino
grosso que é uma doença terrível!

Como contra prova dos estudos que a equipa do Dr. Burkitt  observou em
África, deram-se aos nativos africanos dietas iguais à que os ingleses
e americanos usam com McDonalds, "ice cream" ou sorvetes, pizzas, lasanhas,
batatas fritas, etc. Inverteu-se a dieta: em vez de 90 % de dieta com
vegetais os nativos africanos,  passaram a ter uma dieta de SÓ DEZ  por cento
de vegetais. Resultados: Os nativos começaram a engordar, o colesterol
começou a subir, passaram a ter prisão de ventre e a desenvolver hemorróidas
como os ingleses e os americanos!

Parece incrível, mas é verdade! No fim do século XX são os povos primitivos
a ensinar ao homem civilizado, ao homem dos produtos sintéticos e das
pastilhas qual é a alimentação mais saudável!

Há mais de 40 anos visitei as Termas de Melgaço no Norte de Portugal. Estas
termas são especialmente dedicadas a  doentes diabéticos, cardíacos e
renais. Observei então que fazia parte do tratamento obrigatório, a todas as
refeições diárias, um grande prato de caldo verde. E todo o doente que
quisesse comer fora das três  refeições só podia comer mais  outro prato
de caldo verde!  O certo é que todos os doentes melhoravam das suas
enfermidades!

Ainda hoje, em Coimbra quando os estudantes fazem uma farra ou há uma
reunião de curso e se come e se bebe exageradamente... depois duma
bela guitarrada, à meia noite, serve-se sempre um caldo verde -- bem
quente -- para "limpar e acalmar as entranhas"... Quando tiver uma festa
grande em sua casa faça o mesmo: ofereça aos seus convidados um caldo verde
para  despedida e para terem boa viajem!...


RECEITA DO CALDO VERDE À MODA  DE VALENÇA DO MINHO

*Dois litros de água; 4 colheres de sopa de azeite português; 750 gramas de
batatas; 1 ou 2 couves galegas conforme o tamanho; sal; 1 chouriço (cozido à
parte); broa.

TÉCNICA:  Deita-se a água numa panela com o azeite e as batatas descascadas
cortadas em 4 pedaços.  Põe-se sal quanto baste e deixa-se ferver. Quando as
batatas estiverem cozidas, tiram-se e passam-se por um passador.  Voltam à
panela para apurar. Entretanto, cortam-se as couves em tiras o mais fino
possível. Lavam-se e deitam-se na panela QUINZE minutos antes da sopa  ser
servida, deixando a panela ferver DESTAPADA.  Serve-se o caldo verde
em tigelas de barro, com uma rodela de chouriço e um bocadinho de broa.
Por Manuel Luciano da Silva, Médico

 
 

Esta eu não sabia!



Neste caso trata-se da saúde do seu automóvel...



Bom pessoal, estive em uma empresa especialista em arrefecimento (sistema de refrigeração do motor do carro) e ar condicionado. Conversa vai, conversa vem, eis que o gerente da empresa me pergunta.

- Você sabe que você não pode ligar o ar condicionado do seu carro quando estiver em alta velocidade?

Respondi: - Não, não sei nada sobre isso...

Tendo questionado isso, ele ainda complementa: - você não encontra essa recomendação no manual do veículo, nenhum vendedor de automóvel lhe orienta sobre isso, talvez nem saibam, mas, você não deve ligar  ar condicionado do carro quando estiver em alta velocidade.

Eu, surpreso o interrogo: - mas por quê?!

Responde ele: - veja bem, o compressor possui um recurso de acionamento muito similar a uma embreagem de um carro. Quando você aperta o botão do ar condicionado, essa "embreagem" aciona o compressor do ar condicionado instaneamente. Se você estiver com o seu carro em 3.000 ou 4.000 rpms, você irá dar um "tranco" violento no sistema e isso poderá danificar o compressor.

Bom, nesse momento fiquei estasiado e um pouco incrédulo. Percebendo minha surpresa com a informação e também com a minha curiosidade, ele foi ao estoque da empresa e pegou um compressor de ar exatamente igual ao que é usado  no meu carro e me mostrou com precisão o que ocorre quando você aciona o ar condicionado.

Fiquei impressionado ao ver o sistema do compressor, como ele funciona e como é o acionamento do mesmo. Realmente, se você ligar o ar condicionado com alto giro no motor, o sistema todo será submetido a uma arrancada violenta o que pode causar o dano ao sistema.

Imagine o compressor parado, o motor funcionando a 3.000 rpm e você inicia o ar. Ele é tirado do estado estacionário em um Instante e passa a funcionar na velocidade do giro do motor!!! É aí que está o grande problema.

Questionei então, devo fazer para ligar o ar condicionado se eu estiver em uma auto estrada e o calor estiver insuportável. Paro o carro e ligo o ar?


Ele recomendou que se estiver em uma autoestrada ou em qualquer condição onde o motor estiver em alto giro, para iniciar o ar condicionado, deve-se colocar o carro em "ponto morto" para o giro cair e, aí sim, iniciar o ar condicionado. Dessa maneira você consegue preservar o equipamento de ar condicionado e melhorar sua longevidade.

Interessante não?
Vivendo e aprendendo.
"Ninguém é tão sábio que não tenha nada a aprender, e nem tão ignorante que não tenha nada para ensinar."


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Descoberta "fórmula" que reverte os cabelos brancos

Descoberta "fórmula" que reverte os cabelos brancos
Um grupo internacional de cientistas acaba de anunciar que é possível devolver a cor aos cabelos brancos através de um "cocktail antioxidante" depois de ter descoberto que a despigmentação acontece devido à produção de peróxido de hidrogénio nos folículos capilares, o que causa a perda da cor natural do cabelo.
Foi em 2009 que os investigadores da Universidade de Bradford, no Reino Unido, e da Universidade de Greifswald, na Alemanha, desvendaram o mistério do aparecimento dos cabelos brancos, adiantando que estes surgiriam em resultado de um processo de envelhecimento conhecido como "stress oxidativo".
Porém, só agora a equipa conseguiu chegar a um tratamento, com o qual os especialistas se cruzaram durante uma investigação acerca do vitiligo, uma doença não contagiosa que se caracteriza pela perda da pigmentação natural da pele e do cabelo.
No âmbito do estudo, recentemente publicado na revista científica FASEB (Federation of American Societies for Experimental Biology), os cientistas analisaram um conjunto de 2.411 pacientes com vitiligo, que foram medicados com um fármaco - denominado pseudocatalase - que é activado por acção da luz do sol, observando-se um regresso da pigmentação da pele e das pestanas.

Prioridade é encontrar tratamento para o vitiligo
"Não há quaisquer dúvidas de que a perda da cor e do cabelo afecta os indivíduos em muitos aspetos fundamentais, sendo que a melhoria da qualidade de vida depois de uma 'repigmentação' total ou parcial bem-sucedida já foi documentada", salienta Karin Schallreuter, autora principal do estudo e especialista em vitiligo, em comunicado.
Além de melhorar o tratamento desta doença, o método poderá, também, fazer com que os cabelos brancos voltem a ganhar a sua cor original ou, em última instância, pôr um travão no processo de embranquecimento capilar.
"Durante várias gerações, muitas soluções têm sido utilizadas para 'esconder' os cabelos brancos mas, agora, pela primeira vez, foi desenvolvido um verdadeiro tratamento que chega à raiz do problema", congratula-se Gerald Weissman, editor da revista científica que publicou o estudo.
No entanto, a prioridade continua a ser desenvolver um tratamento eficaz para o vitiligo, um problema que pode causar vários constrangimentos sociais aos pacientes.

"As notícias são entusiasmantes, mas o que mais nos entusiasma é que também funciona com esta patologia. Desenvolver um tratamento eficaz para esta doença poderá vir a melhorar a vida de muita gente", conclui. 

Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo (em inglês).

terça-feira, 14 de maio de 2013

Consumo de produtos naturais pode levar à morte




O Observatório de Interacções Planta-Medicamento (OIMP/FFUC) lança esta segunda-feira uma campanha para sensibilizar a população dos riscos que corre ao consumir medicamentos com produtos naturais, como chás, suplementos ou até alimentos, combinações que nalguns casos podem conduzir à morte.
"É fundamental que o consumidor conheça os vários tipos de produtos disponíveis no mercado, o que contêm, para que servem, e o risco que pode correr quando os consome", disse à agência Lusa a coordenadora do Observatório, da Universidade de Coimbra, que estuda as interacções planta-medicamento "mais frequentes e preocupantes" que ocorrem em Portugal para ajudar a preveni-las.
A leitura dos rótulos é essencial: "Se o produto estiver dentro da lei" dispõe a informação necessária para ajudar o consumidor a não correr riscos, explicou Maria da Graça Campos.
O aumento do número de relatos de casos, incluindo mortes, em que surgiram estas interacções tem acompanhado o recente crescimento do consumo destes produtos.
"Muitos destes produtos são vendidos para uso terapêutico como se fossem suplementos alimentares, o que é absolutamente aberrante dado que não suplementam nada e ainda podem colocar em risco a vida dos doentes", alertou.
Nos últimos 15 anos, "a expansão no consumo" destes produtos sofreu "um enorme implemento", alegando-se os benefícios da medicina tradicional.
"A verdade é que se criou um negócio bilionário à volta desta ideia, que foge ao controlo rigoroso de eficácia e segurança", criticou a investigadora, afirmando que é preciso combater o mito de que "os produtos naturais não fazem mal".
Convencidas de que o que é "natural é bom", as pessoas "compram indiscriminadamente" tudo o que lhes propõem.
"Enquanto não houve internet, a ciência estava razoavelmente controlada e a investigação de plantas com elevado potencial terapêutico pertencia apenas a quem dominava esses conteúdos. Hoje, qualquer pessoa acede às bases de dados mundiais e encontra milhões de artigos a referirem esta ou aquela planta com potencial para poder vir a ser desenvolvido um novo medicamento", advertiu.
Contudo, não sabem que os constituintes activos da planta induzem mais efeitos indesejáveis do que possíveis benefícios.
"O que o público não sabe é que a eficácia [destes produtos], na maior parte das vezes, não foi provada, que o controlo de qualidade é nulo e que, por vezes, vêm adicionados de medicamentos contrafeitos, que podem ainda vir contaminados com substâncias altamente tóxicas", alertou Graça Campos.
Tal como noutros países, existe em Portugal "uma indústria paralela profícua que prescreve ervinhas (em comprimidos ou não) para tratar doentes seja qual for a doença" a preços elevados, disse Graça Campos.
A investigadora deu exemplos de plantas que interagem com os medicamentos, como as fibras da alimentação, ou suplementos que as contenham em grande quantidade, que podem diminuir a absorção de alguns fármacos, como os antidiabéticos orais.
Também o chá verde, o guaraná ou a erva-mate, que possuem uma grande quantidade de cafeína, estimulante do sistema nervoso central, estão contra-indicados em casos de hipertensão e perturbações de ansiedade.
"Quem estiver a tomar, por exemplo, ansiolíticos e/ou antidepressivos pode vir a ter um efeito oposto", advertiu.
Doentes com hipertensão, se tomarem com a medicação outros vasodilatadores como o Ginkgo ou folhas de oliveira podem sofrer quebras bruscas de pressão arterial e desmaios.
Estas e outras interacções serão explicadas ao longo de cinco semanas nos Media, através desta campanha, que tem quatro públicos-alvo: os doentes polimedicados, a população saudável que usa suplementos, os adolescentes/drogas/smart drugs e os doentes oncológicos.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

" Vacina contra câncer "





Vacina anti Câncer RINS E PELE

Boas notícias são para partilhar.
Já existe vacina anti Câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por cientistas médicos brasileiros,uma vacina para estes dois tipos de câncer, que se mostrou eficaz, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada. A vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico oncologista do paciente.

Nome do médico que desenvolveu a vacina: José Alexandre Barbuto
Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório: 0800-7737327 - (falar com Dra. Ana Carolina ou Dra.. Karyn, para maiores detalhes)

Isto sim é algo que precisa ser repassado
Alguém pode estar precisando!
Por favor, divulguem esta vitória da medicina genética brasileira!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

É POR UMA BOA CAUSA!




Este é um vídeo que foi feito pelo cantor Macaco com trabalhadores e pacientes do 8ª andar (oncologia) do hospital infantil San Juan de Dios em Barcelona para recolher fundos para a investigação do câncer.

Cada vez que abras o vídeo entrarão 5 cênt
imos para a causa, assim espero que o abra e que o reenvie a todos seus amigos. É por uma boa causa.