segunda-feira, 28 de novembro de 2016

SE GOSTA DE QUEIJO, LEIA ISTO


Se gosta de queijo leia isto
Transcrito do Jornal da Beira de 161124

Geralmente, quando alguém se esquece de uma data de aniversário, de uma reunião, de ir ao dentista, por exemplo, é sempre rotulado como um «comedor de queijo». Isto porque a cultura popular atribuiu ao queijo as falhas de memória. Porém, de acordo com uma pesquisa da Nature Medicine, comer queijo pode ser, afinal, o segredo para uma vida longa.

Com efeito, segundo o estudo, refere o jornal ‘Metro’ britânico, os benefícios da ingestão deste alimento concentram-se numa molécula chamada espermidina, presente nos queijos envelhecidos. Os investigadores começaram por testar os efeitos da espermidina em ratinhos. Tal experiência permitiu-lhes perceber que àquela molécula se devia o aumento do tempo de vida dos animais. Posteriormente, alargou-se a pesquisa a 800 italianos.

Aqueles que relataram uma maior ingestão de espermidina eram exactamente os que mostravam ter uma tensão arterial mais baixa, um risco 40 por cento menor de insuficiência cardíaca e um risco reduzido de desenvolvimento de outras doenças cardiovasculares. Em suma, o consumo de queijo é contribui para reduzir a tensão sanguínea e o risco de o coração falhar.

Mas atenção! Depois desta notícia, não desate a comer desalmadamente, até porque pode ser tão viciante quanto a cocaína, para além de contribuir para o aumento do mau colesterol. Além disso, a espermidina pode também se encontrada noutros alimentos, como nas ervilhas, milho, soja e outros grãos integrais, que são opções saudáveis a incluir na dieta.

sábado, 19 de novembro de 2016

O MITO DO COLESTEROL


A melhores medidas para reduzir o risco cardiovascular

Um amigo enviou-me por e-mail um extenso artigo do médico professor doutor Manuel Pinto Coelho sobre este tema do qual, para não ficar muito pesado, extraio apenas o essencial. O colesterol não é tão perigoso como se diz e o medicamente para o reduzir, à base de estatinas, tem efeitos secundários mais perigosos.

Para reduzir o risco cardiovascular, as melhores medidas a tomar são:

- Substituir a alimentação industrial, transformada e artificial, por alimentos frescos pouco cozinhados, se possível biológicos, cultivados localmente;

- Aumentar o consumo de gorduras boas para a saúde como o abacate, peixes gordos, ovos biológicos inteiros, gordura de noz de coco, nozes, amêndoas, avelãs e azeite, de forma que o rácio entre o ómega 3 e o ómega 6 ande entre 1/1 e 1/5 (e não 1/20 como acontece com a actual alimentação ocidental);

- Optimizar a ingestão de cálcio, magnésio, sódio e potássio, optando sempre que possível por legumes biológicos;

- Monitorar a taxa de vitamina D optando pela exposição ao sol – conseguir-se-ão níveis óptimos com uma exposição de 20 minutos em pelo menos ¾ partes do corpo -, acompanhada de vitamina K2 para evitar a calcificação das artérias;

- Restaurar os níveis hormonais, principalmente da testosterona, com hormonas bio-idênticas;

- Parar de fumar e não beber mais de um copo de vinho tinto por dia;

- Fazer exercício físico regularmente;

- Cuidar da higiene bucal e dentária – as pessoas com má higiene da sua boca têm 70% de risco de desenvolver uma doença cardíaca em contraponto com as pessoas que lavam os dentes pelo menos duas vezes por dia;

-Evitar as estatinas (salvo no caso da hipercolesterolémia familiar), que fazem baixar as taxas de colesterol artificialmente, sem esforço, mas com o risco de numerosos efeitos indesejáveis, na saúde cardíaca.

- Melhorar a sensibilidade à insulina – para tal optar por um regime com índice glicémico baixo como a batata-doce (melhor que a batata), o mel (melhor que o açúcar), as leguminosas como as ervilhas, os feijões e as favas (melhor que os cereais).

Com esta finalidade, considerar também o ácido alfa-lipóico (400 mg/dia).

O colesterol é uma molécula natural produzida 70% pelo organismo, principalmente pelo fígado, (os restantes 30% provêm dos alimentos), que o utiliza como um verdadeiro cimento: ao nível dos músculos, para os reparar quando estão fragilizados depois dum exercício físico; ao nível do cérebro, para ajudar os neurónios a melhor comunicar entre si; ao nível das artérias, para as reparar quando são lesadas.

Ele é uma das substâncias mais importantes, não só indispensável à regeneração das células e à formação das suas membranas, à metabolização de vitaminas como a A, D, E e K, à produção de ácidos biliares importantes na digestão das gorduras, essencial, como se disse, para o cérebro (contém cerca de 25 % de todo o colesterol do corpo, sendo crítico na formação das sinapses que permitem o pensamento, a aprendizagem e a formação da memória) como à síntese de hormonas tão vitais para a nossa existência como as hormonas sexuais – testosterona, progesterona e estrogéneo (há quem considere que ter taxas de colesterol elevado a partir dos 65 anos é sinal de longa vida e de virilidade...), as hormonas do stress – glucocorticóides como o cortisol, e à mais importante de todas – a vitamina D, como as hormonas sexuais ela também uma hormona esteróide, sendo que uma pele com níveis insuficientes de colesterol não é capaz de a produzir.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

O ARROZ E A ALIMENTAÇÃO




Comes Arroz Quase Todos Dias? É Isto Que Pode Acontecer Contigo! Nem Imaginas!

O que acontece se comeres arroz quase todos os dias? Certamente muitas pessoas perguntam-se se o arroz faz bem ou mal à saúde. O arroz é o alimento básico em muitos países, principalmente nos asiáticos. É uma comida maravilhosa que combina com quase tudo, e quando é bem feito, é delicioso.

Voltando ao assunto principal, muita gente pergunta se é saudável comer arroz todos os dias, e os nutricionistas dão sempre uma resposta positiva.

Primeiro, vamos explicar quais os tipos diferentes de arroz que as pessoas consomem, que são o arroz branco, o arroz vaporizado e o arroz integral.

O arroz branco é o mais popular e mais consumido devido ao seu custo. Mas, apesar de ser o mais barato, é o que menos nutrientes possuí devido à remoção da casca e por ter sido polido. Apesar de ser o mais consumido, o arroz branco é o arroz menos saudável.

O arroz vaporizado passa por um processo de fervura antes de ser descascado, dessa forma absorve os nutrientes da casca, o que intensifica a cor e o sabor de cada grão. Em termos de saúde, o arroz vaporizado está entre o arroz branco e o arroz integral.

O arroz integral, não é polido nem fervido, ou seja, é retirado da casca e embalado para ser vendido, mantendo os nutrientes. Dentre os três que citamos, o integral é o mais saudável e o mais indicado para o consumo.

Então agora que já sabem qual o melhor tipo de arroz para comer, vamos citar alguns benefícios que o arroz pode trazer para a nossa saúde quando consumido quase todos os dias.

 • Arroz actua como uma fonte de energia

Uma pequena tigela de arroz pode mantê-lo em movimento, pois o arroz é uma rica fonte de hidratos de carbono que funcionam como combustível para manter o corpo e o cérebro a funcionar a um ritmo normal.

• Controla a pressão arterial

É saudável comer arroz todos os dias? Sim, ainda mais se é uma pessoa que tem problemas de pressão arterial e sofrem de hipertensão. Além disso, o arroz também reduz o risco de doenças cardíacas.

• Reduz o nível de colesterol

Não podemos considerar arroz como uma fonte de colesterol, uma vez que o alimento não contêm gorduras prejudiciais. Mesmo com a gordura de baixo nível, o arroz pode ajudar a controlar o peso.

• Previne contra o cancro

Se não consome arroz devido aos hidratos de carbono, saiba que arroz é cheio de fibras insolúveis que atuam no nosso corpo e previne o crescimento das células cancerígenas.

• Arroz é rico em nutrientes e minerais

Quer motivos para incluir o arroz na sua dieta? O arroz é rico em vitamina D e B3, Cálcio, Fibra, Riboflavina, Ferro e Tiamina. Tudo nutrientes que são essenciais para o nosso corpo fortalecer o sistema imunológico e para ajudar a equilibrar o funcionamento geral do corpo.

• Ajuda a tratar o Alzheimer

Mais um motivo para comer arroz todos os dias. O arroz integral aumenta a função e crescimento de neurotransmissores, que ajudam os pacientes com Alzheimer a lutarem contra a doença.

• Arroz faz bem para a saúde cardiovascular

Já ouviram falar nos benefícios do óleo de farelo de arroz? Ele contém muitos antioxidantes que se tornaram populares entre os usuários. O arroz integral e o vaporizado são bons para os nossos intestinos, como uma parte mais nutritiva, a casca permanece nos grãos, ao contrário do arroz branco.

Concluindo, podemos afirmar que o arroz é uma das principais fontes de carboidratos, substâncias orgânicas que fornecem energia ao organismo, além de contribuir para a restauração e o desenvolvimento dos tecidos. O cereal pode ser uma boa escolha como fonte de sais minerais, como fósforo, ferro, potássio e vitaminas.

Então, mesmo que não goste de arroz, os benefícios do cereal são vários, mas lembre-se que tudo em excesso pode fazer mal à saúde.

domingo, 30 de outubro de 2016

COM GRIPE, EVITE



Oito erros a evitar quando está com gripe
161025 no jornal SOL por Rita Porto. rita.porto@newsplex.pt

Com estas mudanças de tempo, são poucas as pessoas que não apanham constipações ou gripes. E quando se está neste estado, queremo-nos curar o quanto antes.
Mas há coisas que, provavelmente, está a fazer - ainda que inconscientemente - e que estão a prolongar a sua gripe ou constipação. O WebMedfez uma lista de oito conselhos para não piorar o seu estado de saúde.

1. Não peça antibióticos ao seu médico
Está muito enganado se acha que os antibióticos vão curar a sua gripe ou constipação. As infecções virais não se curam com antibióticos portanto deixe de importunar o seu médico.

2. Não se arme em super-herói
É daquelas pessoas que se recusa a ficar um dia em casa para se recuperar porque tem muita coisa para fazer? Pense nisto: quer contagiar os seus colegas? Talvez não seja boa ideia.
O melhor é ficar por casa até desaparecerem os sintomas. Aliás, o ideal é só aparecer no seu local de trabalho 24 horas depois da última vez que teve febre.

3. Largue o desinfectante de mãos
Os desinfectantes de mãos – aqueles que têm 60% de álcool - são bons quando não consegue lavar as mãos. Mas sempre que puder, lave-as com água e sabão. É a maneira mais eficaz de se livrar dos germes. Lave frequentemente as mãos e faça-o durante cerca 20 segundos.

4. Não ultrapasse as doses recomendadas
Muitas pessoas têm a tendência de duplicar as doses dos medicamentos para ver se ficam curadas mais rapidamente, mas não podiam estar mais erradas. No caso dos descongestionantes nasais (os sprays), quando utilizados em demasia não só deixam de funcionar como ainda entopem mais o nariz.
Siga as instruções do seu médico ou o folheto informativo e tenha paciência.

5. Não stresse
Que o stress é algo negativo, já todos sabemos, mas estudos recentes mostram que o stress aumenta o risco de apanhar o vírus da gripe e ainda piora os sintomas da gripe e constipação.
Como se isto não bastasse, as insónias, que são provocadas pelo stress, fazem com que recupere destas doenças muito mais lentamente. Tente descansar o máximo possível assim que começar a sentir os primeiros sintomas.

6. Evite fumar
Sim, é difícil. Mas quando se está doente o melhor é largar os cigarros (e outros que tais). Tanto fumar, como estar perto de pessoas que fumam, pode aumentar o risco de contrair infecções respiratórias e piorar os seus sintomas de gripe ou constipação.

7. Largue a cafeína
Não, a cafeína nestes casos não o vai ajudar a ganhar energia. Pode mesmo desidratá-lo. Troque o seu habitual café por chá com colheres de mel – as bebidas quentes e o mel ajudam nos sintomas de tosse, dores de garganta e até o podem ajudar a dormir melhor. Atenção: nunca dê mel a uma criança com menos de um ano, pode causar botulismo infantil.

8. Não deixe de comer nem de beber
Quando se está doente, muitas vezes perdemos o apetite e acabamos por nos esquecer de comer e beber – outro erro típico. Ainda que não lhe apeteça, faça um esforço: recorra à clássica canja de galinha, que está cheia de propriedades anti-inflamatórias que vão ajudar na cura da gripe ou constipação (estudos recentes comprovam a sabedoria ancestral).

sábado, 29 de outubro de 2016

GRIPES E CONSTIPAÇÕES




A saúde depende muito da alimentação. É nesta que devemos procurar a prevenção e a cura

 A descida de temperatura e a resistência às roupas de estação são duas das principais causas para as primeiras constipações e gripes pós-férias. Sim, está na hora de guardar as sandálias e de começar a usar um casaco mais grosso e quente.

Ao primeiro sinal de ‘pingo’, são muitas as pessoas que ‘atacam’ com um ou mais comprimidos, mas a verdade é que o segredo (e a cura) está na alimentação.

Como mostra o site Eat This, Not That!, alguns alimentos são verdadeiramente eficazes não só na prevenção como também no tratamento de constipações e gripes, devendo ser olhados como fármacos naturais e, por isso, incluídos na alimentação assim que os primeiros sinais de doença aparecem.

O mel é um dos exemplos mais ‘famosos’. Já as nossas avós diziam e com razão que este elixir era um dos mais poderosos combatentes da tosse, mas a ciência vai mais longe e diz que duas colheres de chá de mel mostraram-se suficientes para ajudar as pessoas com infeções respiratórias. A juntar ao mel ou para consumo isolado, o abacaxi é um outro alimento a ter em conta, uma vez que ajuda a reduzir o muco.

Muito comuns das constipações e gripes, as dores de cabeça são também um ‘alvo a abater’ e, para tal, nada como apostar na banana, um fruto rico em potássio e com um poder calmante capaz de aliviar aqueles ‘martelos’ que teimam em não sair da cabeça. E para que o efeito da banana seja realmente eficaz e proporcione uma boa noite de sono, nada como incluir arroz Jasmine ao jantar, uma vez ajuda o organismo a produzir um aminoácido que provoca sonolência, o triptofano.

Para reduzir as dores deve-se consumir gengibre e apostar na ingestão de lentilhas para aumentar os níveis de energia e evitar aquela ‘moleza’ associada aos estados gripais.

Quando a constipação afecta ainda a sinusite, o recomendado é comer alimentos mais picantes, devendo-se apostar nas malaguetas, uma vez que possuem propriedades anti-inflamatórias.

As sementes de abóbora são ainda um alimento a ter em consideração, especialmente quando o objectivo é reduzir o período da doença. Aqui, explica o site, o segredo está na elevada quantidade de zinco que esta semente tem e que é capaz de travar a proliferação do vírus.

E, mais uma vez, as nossas avós é que têm razão. Sabia que a canja de galinha é mesmo eficaz no combate ao vírus da gripe e às constipações?